Terca-Feira, 21 de Abril de 2026

Comércio de vestuário cresce no Pará e registra aumento de 7,35% entre 2016 e 2018




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O comércio varejista de artigos do vestuário e de acessórios liderou o ranking dos setores que mais cresceram no Pará entre 2016 e 2018, de acordo com pesquisa divulgada pela empresa Empresômetro- Inteligência de Mercado.

O aumento foi de 7,35%, resultando em número total de 29.215 empresas dessa natureza no estado. O comércio varejista de produtos alimentícios, representado por minimercados, mercearias e armazéns, ficou em segundo lugar, com a marca de 5,48% de crescimento. Há atualmente 21.771 estabelecimentos do setor.

Em 2016, existiam 22.236 lojas de roupas e acessórios no Estado do Pará. Em seguida, em 2017, o número passou para 25.654 e, depois, atingiu a faixa de 29.215. O mercado de vestuário, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém (Sindlojas), Joy Colares é, ano após ano, o mais beneficiado pelas compras do período de fim de ano.

"Os tipos de produtos mais procurados pelos consumidores, atualmente, são roupas e artigos de couro, como cintos e calçados. Depois, são os eletrônicos, com destaque para os celulares", analisa.

"Apesar dos números de emprego e renda no Pará serem muito baixos, depois da alimentação, o segundo lugar é o vestuário, que é um item de consumo semi-durável", explica o economista e conselheiro do Conselho Regional de Economia do Pará e do Amapá (Corecon/ PA), Marcus Holanda. "Estamos no início de uma retomada do crescimento da economia, ainda não é significativo, mas é possível notar que a venda de roupas melhora quando há um aumento do otimismo no consumo", interpreta.

Melina Pimentel, empresária, começou há quatro anos a vender roupas novas e usadas pelo Instagram. Hoje, a Boutique X My Love, localizada na avenida Visconde de Souza Franco, em Belém, não só deixou de ser apenas virtual como emprega uma funcionária. Melina, que tem como sócia sua mãe, nota o crescimento do setor nos últimos anos. "Acredito que a gente consegue se manter por termos conquistado uma clientela fixa, mas a concorrência cresceu bastante sim. Acho que a procura é grande porque todo mundo quer se vestir bem. Quando a questão é roupa, as pessoas dão um jeito", afirma.


Autor:Redação AMZ Noticias


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