O cantor Juliano Cesar sofreu um infarto na madrugada desta terça-feira (31) enquanto se apresentava no palco em Uniflor, perto de Nova Esperança. As informações são da rádio CBN. A causa da morte foi um infarto fulminante. Após o ataque do infarto foi levado até um pronto atendimento, realizaram reanimação e injeção de adrenalina por mais de uma hora e meia, porém, sem sucesso
Na página oficial do cantor no Facebook uma mensagem comunica a morte de Juliano Cesar que tinha 58 anos, completados na última sexta-feira (27). Imagens do show mostram o cantor caindo no palco. Pouco antes se tem a impressão que Juliano sentiu fortes dores.
O cantor nasceu em Minas Gerais, começou a carreira em 1985, despontando no cenário musical com a canção “Não Aprendi Dizer Adeus”, de Joel Marques, que depois foi regravada por Leandro e Leonardo. Chegou a ser indicado ao Grammy Latino e fez sucesso também com “Cowboy Vagabndo” e “Bem aos Olhos da Lua”.
Infarto pode ocorrer em qualquer idade; entenda - O infarto é causado pela obstrução de alguma artéria do coração. Em ambas as doenças, coágulos podem contribuir para a interrupção do fluxo sanguíneo e funcionamento normal dos órgãos mas, no infarto, o maior causador das obstruções é o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias.
É muito importante estar alerta para a incidência das principais doenças que causam morte no Brasil e no mundo. Dentre elas, destacam-se o infarto do miocárdio (IAM) e o acidente vascular cerebral (AVC), que juntas, matam cerca de 110 mil pessoas por ano no País. Apesar de serem mais frequentes com o avançar da idade, podem afetar qualquer pessoa e em qualquer lugar.
De acordo com a Dra. Sheila Martins, Presidente da Rede Brasil AVC, o Infarto e o AVC acontecem em jovens por um conjunto de fatores, como hábitos de vida nocivos, histórico familiar e doenças crônicas. “O tabagismo, sedentarismo, má alimentação, ansiedade e estresse são alguns dos elementos que aumentam a suscetibilidade. A hipercolesterolemia – colesterol ruim elevado – e doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, tornam o risco ainda maior”.
Autor:AMZ Noticias com Radio CBN