Quinta-Feira, 16 de Abril de 2026

Bancada paraense reforça vitória de candidatos de Bolsonaro nas eleições do Congresso




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Apesar da falta de consenso da Bancada do Pará nas eleições da Câmara dos Deputados e no Senado Federal, o que se pode confirmar foi que majoritariamente, na Câmara, sete deputados declararam voto em Arthur Lira (PP-AL), enquanto que no Senado, dois senadores apoiaram a eleição de Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Os senadores Zequinha Marinho (PSC-PA) e Paulo Rocha (PT-PA) declararam voto ao candidato apoiado pelo governo, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), contra a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que lançou candidatura avulsa ao Senado. O senador Jader Barbalho (MDB-PA) disse que votava na colega de partido do Mato Grosso do Sul.

Os deputados Cristiano Vale (PL), Delegado Éder Mauro, Joaquim Passarinho e Júnior Ferrari, todos do PSD; Celso Sabino (PSDB), Paulo Bengtson (PTB) e Vavá Martins (Republicanos), já haviam declarado apoio para Arthur Lira, líder do Centrão e candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A novata, Vivi Reis (PSOL) disse que votou em Luiza Erundina, do mesmo partido.

Quatro deputados votam em Baleia Rossi (MDB-SP), candidato indicado pelo atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). São eles: Elcione Barbalho e José Priante, do MDB; Airton Faleiro e Beto Faro, do PT. Cinco deputados paraenses não quiseram declarar o seu voto a nenhum candidato. São eles: Hélio Leite e Olival Marques (DEM), Cássio Andrade (PSB), Nilson Pinto (PSDB) e Eduardo Costa (PTB).

DESTINOS DIFERENTES -  Após deixarem as presidências do Senado Federal e da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (1º), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) devem ter destinos diferentes dentro do Congresso Nacional.

Enquanto o senador conseguiu amarrar seu futuro, o deputado deve voltar para o baixo clero no Legislativo. Maia sempre teve uma votação muito pequena em seu estado, e vem se reelegendo ao cargo de deputados através de arranjos de coligação. Sempre foi um deputado do baixo clero, até se eleger sucessivamente presidente da Casa, onde está conduzindo os trabalhos há quatro anos e meio, um recorde.

Pelas negociações em andamento, Alcolumbre deve ser indicado para assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, uma das mais importantes da Casa. Ele chegou a cogitar assumir a 1ª vice-presidência do Senado, mas acabou cedendo o posto para atrair o apoio do MDB ao seu candidato, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Já Maia deve voltar a ser um deputado como os demais. O deputado rejeitou, por exemplo, a possibilidade de virar secretário da prefeitura do Rio de Janeiro. Maia deve deixar a residência oficial de presidente da Câmara já nesta segunda-feira. Passará a morar em um apartamento funcional.


Autor:AMZ Noticias com Zé Dudu


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