A causa da morte da cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta, ainda não está completamente esclarecida. Na nota de falecimento, a equipe médica afirmou que a cantora de 43 anos faleceu “em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico” – o que significa que vários órgãos essenciais ao funcionamento do corpo entraram em colapso.
Durante o período de internação, os problemas aventados foram a falência do sistema renal e a existência de uma “bactéria no cérebro” de Paulinha, mas a relação entre as duas condições não ficou clara. Não se sabe se a bactéria teria levado ao quadro de insuficiência renal ou se o que ocorreu foi o contrário: os danos cerebrais foram provocados pelo problema renal.
A cantora Paulinha Abelha, vocalista do Calcinha Preta, morreu no dia 23 de fevereiro, aos 43 anos de idade. Ela estava internada na UTI de um hospital particular em Aracaju, Sergipe, com problemas renais Reprodução/Instagram
No início de fevereiro de 2022, a cantora precisou ser internada após sofrer enjoos e tontura. A artista foi para a UTI e, devido a complicações causadas por uma bactéria no cérebro, encontrava-se em coma.
Na primeira das passagens, que durou 12 anos, gravou 22 álbuns e três DVDs. Depois de idas e vindas, retornou de forma permanente para a banda em 2018. Sucessos do forró como Louca Por Ti, Vou Te Dominar, 24 horas de Amor, e Tutti-Frutti foram gravados pela artista.
A cantora Paulinha Abelha, vocalista do Calcinha Preta, morreu no dia 23 de fevereiro, aos 43 anos de idade. Ela estava internada na UTI de um hospital particular em Aracaju, Sergipe, com problemas renais Reprodução/Instagram
Neste domingo (27/2), o jornal O Globo publicou que uma das principais suspeitas da equipe médica que atendeu Paulinha é de que ela estivesse sofrendo de problemas renais por conta do uso abusivo de remédios e/ou chás para emagrecer.
Recentemente, a morte de uma enfermeira em São Paulo que fazia uso de cápsulas chamadas de “50 ervas emagrecedor” acendeu o alerta para os problemas provocados pelo uso indiscriminado de remédios naturais.
Autor:AMZ Noticias com Metrópoles